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Iniciativa de destaque: Rede Divino Fogão investe na contratação de aposentadas

A rede de restaurantes Divino Fogão, rede reconhecida no Brasil pela comida da fazenda, lançou em suas redes sociais uma iniciativa para contratar mulheres aposentadas que queiram atuar como recepcionistas em suas lojas, com o objetivo de garantir um atendimento diferenciado e, consequentemente, uma melhor experiência ao cliente. Com a divulgação da iniciativa em suas redes sociais, em apenas três dias, foram mais de 2.000 currículos recebidos, e esperam dobrar esse volume até o final do ano.

Os inscritos vão passar por um processo de avaliação e triagem pela equipe de Recursos Humanos da marca.

Segundo o gerente de RH do Divino Fogão, Luciano Gouveia, “o volume de ligações e currículos recebidos superou nossa expectativa. A previsão é iniciar o processo de contratação no início de 2019”.

De acordo com a marca, essa iniciativa reforça a atuação junto a questões sociais. A rede realiza há 30 anos o Natal Feliz, que leva para às lojas crianças e adolescentes de alguma instituição previamente escolhida para que possam almoçar e, com apoio do shopping e de outras marcas, promover entretenimento e doação de presentes. No caso de São Paulo, a rede de franquias também participa do “Programa Trabalho Novo”, da Prefeitura de São Paulo, que oferece emprego, convênio médico e moradia para milhares de pessoas em situação de rua.

“Queremos oferecer oportunidade de trabalho para mulheres que já se aposentaram, mas que se sentem altamente produtivas e com perfil para atender bem os nossos clientes. Temos certeza de que a simpatia dessas profissionais será uma forma de atrair novos clientes e de fidelizar aqueles que já frequentam a loja e que apreciam a nossa comida”, ressalta Luciano Gouveia.

A rede Divino Fogão se lançou ao mercado em 1984. Atualmente são 185 restaurantes presentes em todas as regiões do País.

 

Rótulos de cervejas brasileiras deverão detalhar ingredientes utilizados

As cervejarias brasileiras vão ter que informar claramente ao consumidor, em seus rótulos, quais ingredientes fazem parte da composição do produto. Termos como "cereais não malteados ou maltados" terão que ser substituídos por milho, arroz ou mandioca, por exemplo, deixando claro o que o consumidor irá beber. Conforme a Abracerva - Associação Brasileira de Cerveja Artesanal - a decisão vai trazer mais transparência ao consumidor final. 

 

A decisão das informaçôes nos rótulos já vale a partir de 6 de novembro de 2019. A instrução normativa foi publicada na última semana pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, seguindo uma sentença homologada em Goiás e que torna nacional a decisão. As cervejarias terão um ano para se adequar às novas exigências.

 

Conforme a norma, termos como "cereais não malteados ou maltados" não serão suficientes. O cereal ou amido que compõem a cerveja deverá ser citado no rótulo em ordem decrescente de proporção. Ingredientes, por exemplo, como arroz, trigo, milho, aveia, triticale, centeio e sorgo, deverão obrigatoriamente aparecer na descrição dos ingredientes.

 

Segundo Carlo Lapolli, presidente da Abracerva, "estes itens são amplamente utilizados pelas multinacionais ligadas à cerveja e com eles é possível aumentar a produção em detrimento das características sensoriais do produto. E isso não ficava claro para o consumidor com a adição de termos que muitas vezes encobriam esses ingredientes". Lapolli destaca, ainda, que este é mais um impulso para o segmento de cervejas artesanais independentes. De acordo com a Abracerva, até setembro deste ano, 156 novas fábricas se instalaram no Brasil, o que representa um aumento de 23% em relação a dezembro de 2017. Atualmente são 835 cervejarias em operação no país.

 

Foto: Bruno Dupon 

 

  

Feira das Embaixadas: no Parque da Cidade sábado

No próximo sábado o Parque da Cidade recebe a 13a Edição da Feira Internacional das Embaixadas. O evento reúne nações, povos e culturas do mundo inteiro, onde toda a renda arrecadada vai ser revertida em doações para projetos e instituições de caridade do Brasil. 

Participei de outras edições. A nossa capital brasileira tem essa vantagem, de você conhecer de perto a cultura de cada nação sem sair do Brasil. As embaixadas estão aqui. O conhecimento, o folclore, tudo está ao alcance das suas mãos. Fora as amizades que você faz e a conversa gostosa que se tem com quem tem algo de diferente do seu povo para nos mostrar.

O evento contará com manifestações artísticas, gastronomia - comidas típicas e bebidas de vários países, cultura, conhecimento, entre outras atrações. Este ano vão ser 84 países que estarão presentes com diversos estandes onde serão vendidos produtos típicos, além da realização de sorteios e diversas atrações interativas.

 

13ª Edição da Feira das Embaixadas

 


Data: 10 de novembro (sábado, agora)

 

Horário: de 10h às 19h

 

Local: Expobrasília( Parque da Cidade) -  Brasília/DF


Entrada: R$10 adulto, R$5 criança (de 5 a 12 anos)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

McDonalds lança dois sanduíches vegetarianos

A rede de fast food McDonalds está lançando dois sanduíches vegetarianos, aproveitando a moda de produtos sem carne. A previsão de chegada aos restaurantes da marca está prevista para o dia 8 desse mês. São o sanduíche McVeggie e o Duplo Veggie. As combinações dos sanduíches têm como destaque ingredientes bem brasileiros, como o queijo coalho empanado - que substitui a carne - com molho de pimenta biquinho e também cebola caramelizada. 

O McVeggie tem previsão de preço de R$ 21,90 e o Duplo Veggie - com dois queijos coalho - deve sair por R$ 25,90. 

 

 

 

Azul: valorização de produtos nacionais

A empresa Azul - Linhas Aéreas Brasileiras serve em seus vôos domésticos alimentos adquiridos - e com as embalagens totalmente desenvolvidas para a empresa - de produtores brasileiros na sua essência. Bons produtos, cada um na sua linha de atuação e no que faz de melhor há anos, que acaba atendendo bem o usuário dos serviços aéreos. Aqui um exemplo: você pode escolher apenas um produto, ou quantos quiser, ou pedir todos. O valor esta dentro do preço da passagem. Uma dica: a Goiabinha Integral e o Bolinho de Laranja viciam.

Goiabinha Integral, feito pela Daupper Indústria e Comércio de Biscoitos - do município de Canela, Rio Grande do Sul; fruta Maçã - da BTS Agrocomercial, São Paulo/SP; balinhas de gelatina (a festa para a criançada nos vôos, balinhas em formato de aviões) Aviôezinhos Haribo - produzidas em Bauru/SP; Torresminho - da La Food Indústria, feitos em Curitiba/PR; Polvilho Salgado, elaborado pela Cassini - de Campinas/SP; e o Bolinho de Laranja, da Bauducco - fábrica de Guarulhos/SP. 

 

 

 

Torta Holandesa, na realidade é de Campinas

A torta Holandesa, na realidade se originou em Campinas, interior de São Paulo, e não na Holanda como muitos pensam. A receita foi criada pela confeiteira Sílvia Leite, em 1991, para homenagear os bons tempos que viveu com a família na Europa. Na época da criação da torta Holandesa, Sílvia era proprietária de uma cafeteria no centro de Campinas. A receita original leva como ingredientes leite condensado, gema de ovo, leite, creme de leite fresco batido em ponto de chantilly, chocolate ao leite, chocolate meio amargo, bolacha tipo Maria, bolacha triturada e manteiga para a base. Com o tempo biscoitos de outros formatos, como Maizena e de chocolate foram adaptados.

Brasil deve retornar a liderar produção mundial de cacau

O Brasil produz atualmente 180 mil toneladas de cacau por ano, menos da metade do que produzia no final dos anos 80. Na época ocupava a primeira colocação no ranking mundial, com 400 toneladas produzidas. Nos próximos cinco anos, se espera um aumento de 50% na produção a 300 mil toneladas por ano, uma recolocação no mercado competitivo internacional. A tentativa cabe à Comissão Executiva de Planejamento da Lavoura Cacaueira - Ceplac - a fim de recuperar as lavouras e investimentos na assistência técnica. Para se voltar a fazer parte com destaque da Organização Internacional do Cacau (ICCO), vai ser preciso realinhar políticas públicas e de gestão junto aos governos estaduais. Os dados são do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.  

 

Yakult: pesquisas pioneiras no espaço mostram resultado

 A Yakult e a Agência Aeroespacial Japonesa de Exploração acabaram de divulgar os primeiros resultados das pesquisas iniciadas em 2015 sobre os efeitos do lactobacilo Casei Shirota mantém as mesmas funções de probiótico em ambiente espacial que as amostaras armazenadas na Terra. Tá e aí? Pra se ter uma ideia, os resultados foram publicados - pela sua importância - no jornal Scientific Reports, integrante de uma das mais importantes revistas científicas do mundo, a britânica Nature (https://www.nature.com/articles/s41598-018-29094-2).

 

Durante a pesquisa, os cientistas verificaram a quantidade de bactérias viáveis nas amostras, as  propriedades de fermentação da cepa, as informações genéticas e os efeitos imunomodulatórios do lactobacilo para ingestão dos astronautas e armazenado por um mês na Estação Espacial Internacional - a ISS - especificamente para o Kibo - Japan Experiment Module - o módulo de experiência do Japão na ISS.
 
A dúvida era se as amostras de cápsulas experimentais de Lactobacillus casei Shirota liofilizado, específicas para uso na Estação Espacial, não afetariam os lactobacilos por causa da microgravidade e da radiação cósmica. Os testes mostraram que a cepa pode ser armazenada por 12 meses em temperatura ambiente sem se alterarem. Ta, pergunto de novo. E daí?
 
E daí, o seguinte: os astronautas que atuam na Estação Internacional são afetados por fatores específicos do espaço, como a microgravidade e a radiação cósmica, além de realizarem inúmeras missões em ambiente isolado e fechado. Pesquisas de medicina espacial já indicaram que ao ficar por muito tempo no espaço, um ambiente de estresse complexo, os astronautas sofrem com alteração do equilíbrio da imunidade com diminuição da função das células imunológicas.  Conforme o diretor do Instituto Central Yakult, Fumiyasu Ishikawa, na Terra é cientificamente comprovado que o Lactobacillus casei Shirota chega vivo aos intestinos e promove o equilíbrio da microbiologia intestinal, mantendo e ativando com eficiência a função imunológica do organismo. 
 
Segundo o diretor Técnico da Estação Espacial Internacional, Koichi Wakata, uma permanência no espaço acima de 6 meses pode acarretar em um maior risco para os astronautas, inclusive na função imunológica. A pesquisa, pioneira, "é um grande avanço em direção ao uso de probióticos no espaço e para as missões espaciais", destaca.